Livros

Conheça minhas obras! As coletâneas poéticas que escrevi, com minhas visões sobre a vida.

capa-humanos

Humanos

Qual a maneira que o ser humano age no mundo? Interagimos com o que há ao nosso redor? Com as pessoas que encontramos? Sempre estamos atentos e solícitos ou deixamos o lado sombrio transparecer mais do que deveria? O ser humano é complexo e entender suas relações e ações (boas ou ruins) é uma tarefa árdua. Pode-se pensar que a única forma de encontrar tais respostas na arte seria por meio de grandes nomes como o de Carlos Drummond, Cecilia Meireles ou Clarice Lispector, mas não é preciso recorrer às personalidades de sempre. Mauro Felippe é um dos novos nomes de peso da poesia contemporânea e amplia as discussões sobre a humanidade na obra poética Humanos. Ele usa a delicadeza e graciosidade para transformar seus pensamentos em palavras incisivas que, além de arrebatarem o leitor, também levam a amplas reflexões de grandes temas. Os relacionamentos interpessoais da atualidade e as motivações que levam a sociedade às suas decisões estão entre os principais questionamentos da obra Humanos. Buscando esmiuçar o comportamento da humanidade, Mauro usa uma rica linguagem que leva a insights profundos sobre o homem.

capa-espectros

Espectros

Com textos de profundidade subjetiva e de inspirações ora psicológicas, ora filosóficas, o autor permeia pelo passar dos anos e os reflete no livro Espectros. O poeta catarinense Mauro Felippe partilha da ideia de que cada época da vida é multiplicada pelas sucessivas reflexões das que lhe seguem, e, por isso, para a criança o tempo é tão longo e, em contrapartida, a fase da velhice parece tão curta. Nomes de peso avaliam e prefaciam a obra, já avisando para os interessados: versos marcantes e uma grande aventura poética estão por vir. Mauro Felippe criou a coletânea a partir de ensaios provenientes de períodos ociosos de paz interior que resultaram em tal construção, profunda e desprovida de princípio, meio e fim. Ou seja, cada peça vale por si mesma, sem estar ligada necessariamente à outra numa sequência, sendo cada página o seu próprio começo e final de acordo com os critérios do próprio leitor. O poeta consegue trazer os espectros visíveis e invisíveis da luz do mundo e da magnificência das pequenas coisas que observadas por olhos como os dele se mostram tão grandiosas.

capa-ocio

Ócio

O que Sócrates, Shakespeare, Schopenhauer e Oscar Wilde têm em comum além de serem algumas das grandes mentes da humanidade? Com correntes ideológicas diferentes, todos eles serviram de inspiração para o escritor e advogado, Mauro Felippe. A filosofia serviu para o autor compreender a existência e a liberdade de pensamento, indicadas em seu livro Ócio, uma coletânea de poemas, insights e aforismos que questionam os mais singelos aspectos da vida. Em um mergulho reflexivo sobre a condição humana, o autor converge com as cores, ilustrações e designs impactantes do livro para apresentar ao leitor uma verdadeira obra de arte. A composição visual do livro fica a cargo de Rael Dionisio, que traduz em imagem tudo o que Mauro transmite em versos e outras formas de textos. A (in)sanidade, o tempo, a solidão, a esperança, o destino, os ciclos, a felicidade subjetiva, a fragilidade do coração, as fronteiras do ser humano, a sabedoria bela da natureza e dos animais, a corrupção, a desigualdade social, a ética e até mesmo a interação entre as pessoas no mundo de hoje. Tudo isso em forma de textos e ilustrações inspiradoras para os olhos e a alma.

capa-nove

Nove

“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. Em 1928, estas palavras de Carlos Drummond de Andrade eram publicadas na Revista de Antropofagia. Entre críticas e elogios, o poeta entrou para o nome dos grandes mestres da poesia moderna brasileira. Sua maneira profunda e inspiradora de se expressar, assim como também o tom sarcástico e irônico de retratar as inquietações humanas, serviram de inspirações para o também poeta Mauro Felippecompor suas obras. Ele incluiu, até mesmo, um carinhoso poema em homenagem ao autor em seu livro de estreia Nove, intitulada “Ao mestre Drummond”. Além do brasileiro, Mauro também tem inspiração em renomados nomes internacionais como o de Florbela Espanca e Sócrates. O trabalho de tais personalidades, dentre outras, ajudou-o a trilhar um caminho de autoconhecimento e na criação de seu estilo próprio de escrita, que discute temas variados de forma forte e única. A linguagem forte usada pelo autor realça ainda mais os pensamentos entusiásticos utilizados em seu trabalho. Nove resgata apenas uma das poesias produzidas porMauro na adolescência, mas é composto principalmente por textos criados já em sua fase adulta com um tom maduro e realista do mundo.

Adicione seu e-mail e receba novidades

Assinar blog por e-mail

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.